sábado, 31 de dezembro de 2011

Investimentos do PAC 2 em transmissão de energia (Parte 2)

Investir em grandes interligações pelo país – 22.765 quilômetros de linhas de transmissão - para dar maior segurança e confiabilidade ao suprimento de energia elétrica. Investir também na conclusão da interligação dos Sistemas Isolados ao Sistema Interligado Nacional – e garantir o escoamento da energia dos grandes projetos hidrelétricos como Belo Monte, Tapajós e Teles Pires. Prevê também a implementação de reforços em pontos do Sistema de Interligação Nacional para possibilitar maior escoamento de energia e atendimento ao incremento natural do sistema, além de atender à expansão da demanda nas cinco regiões do país.

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

  • Fonte: PAC 2

    Investimentos do PAC 2 em transmissão de energia (Parte 1)

    Investir em grandes interligações pelo país – 22.765 quilômetros de linhas de transmissão - para dar maior segurança e confiabilidade ao suprimento de energia elétrica. Investir também na conclusão da interligação dos Sistemas Isolados ao Sistema Interligado Nacional – e garantir o escoamento da energia dos grandes projetos hidrelétricos como Belo Monte, Tapajós e Teles Pires. Prevê também a implementação de reforços em pontos do Sistema de Interligação Nacional para possibilitar maior escoamento de energia e atendimento ao incremento natural do sistema, além de atender à expansão da demanda nas cinco regiões do país.

    Existem 14 empreendimentos de Transmissão de Energia Elétrica - Rio Grande do Norte

    Fonte: PAC 2

    Investimentos do PAC 2 em Geração de Energia Elétrica (Parte 6)

    Construção de fontes de geração de energia competitivas, renováveis e de baixa emissão de carbono, como hidrelétricas, eólicas, biomassa, pequenas centrais hidrelétricas, usinas nucleares e de gás natural. Com isso é possível garantir o fornecimento de energia por meio de fontes variadas, renováveis e limpas, bem como manter um preço adequado para a tarifa de energia elétrica que a população e as empresas pagam.





  • Fonte: PAC 2

    Investimentos do PAC 2 em Geração de Energia Elétrica (Parte 5)

    Construção de fontes de geração de energia competitivas, renováveis e de baixa emissão de carbono, como hidrelétricas, eólicas, biomassa, pequenas centrais hidrelétricas, usinas nucleares e de gás natural. Com isso é possível garantir o fornecimento de energia por meio de fontes variadas, renováveis e limpas, bem como manter um preço adequado para a tarifa de energia elétrica que a população e as empresas pagam.

    Fonte: PAC 2

    Investimentos do PAC 2 em Geração de Energia Elétrica (Parte 4)



     Construção de fontes de geração de energia competitivas, renováveis e de baixa emissão de carbono, como hidrelétricas, eólicas, biomassa, pequenas centrais hidrelétricas, usinas nucleares e de gás natural. Com isso é possível garantir o fornecimento de energia por meio de fontes variadas, renováveis e limpas, bem como manter um preço adequado para a tarifa de energia elétrica que a população e as empresas pagam.


  • Fonte: PAC 2

    Investimentos do PAC 2 em Geração de Energia Elétrica (Parte 3)

    Construção de fontes de geração de energia competitivas, renováveis e de baixa emissão de carbono, como hidrelétricas, eólicas, biomassa, pequenas centrais hidrelétricas, usinas nucleares e de gás natural. Com isso é possível garantir o fornecimento de energia por meio de fontes variadas, renováveis e limpas, bem como manter um preço adequado para a tarifa de energia elétrica que a população e as empresas pagam.

    Fonte: PAC 2

    Investimentos do PAC 2 em Geração de Energia Elétrica (Parte 2)


    Construção de fontes de geração de energia competitivas, renováveis e de baixa emissão de carbono, como hidrelétricas, eólicas, biomassa, pequenas centrais hidrelétricas, usinas nucleares e de gás natural. Com isso é possível garantir o fornecimento de energia por meio de fontes variadas, renováveis e limpas, bem como manter um preço adequado para a tarifa de energia elétrica que a população e as empresas pagam.
    Usina Eólica - Cabeço Preto - RN
  • Fonte: PAC 2

    Investimentos do PAC 2 em Geração de Energia Elétrica (Parte 1)

    Construção de fontes de geração de energia competitivas, renováveis e de baixa emissão de carbono, como hidrelétricas, eólicas, biomassa, pequenas centrais hidrelétricas, usinas nucleares e de gás natural. Com isso é possível garantir o fornecimento de energia por meio de fontes variadas, renováveis e limpas, bem como manter um preço adequado para a tarifa de energia elétrica que a população e as empresas pagam.

    Existem 81 empreendimentos de Geração de Energia Elétrica - Rio Grande do Norte
    Fonte: PAC 2 ( segue)

    Investimentos do PAC 2 em Energia - Mineiração no Rio Grande do Norte

    Produzir informações geológicas do território brasileiro, incluindo a Plataforma Continental Jurídica e áreas oceânicas adjacentes, e ampliar o conhecimento sobre os recursos minerais para estimular investimentos na pesquisa e produção de bens minerais. Gerar informações geológicas como subsídios a estudos de ordenamento e gestão territorial, identificando áreas suscetíveis a deslizamentos de encostas e enchentes, de forma a auxiliar na prevenção de riscos naturais.

    Existem 6 empreendimentos de Geologia e Mineração - Rio Grande do Norte

    Fonte: PAC 2

    Investimentos do PAC 2 em equipamentos para estradas

    Máquinas e equipamentos para municípios melhorarem a infraestrutura e recuperarem estradas vicinais para escoamento da produção e circulação de bens em municípios com até 50 mil habitantes.

    Um empreendimento no Rio Grande do Norte.
    Fonte: PAC 2

    Investimentos do PAC 2 em rodovias no Rio Grande do Norte

    Expansão do sistema rodoviário brasileiro, sua manutenção, segurança rodoviária, estudos e projetos. A expansão do sistema prevê obras em duplicação, pavimentação, acesso a portos, contornos e travessias urbanas, para a eliminação de pontos de estrangulamento em eixos estratégicos, além do desenvolvimento de novas regiões, ampliação da integração física nacional aos países vizinhos e redução do custo do transporte. A melhoria da qualidade e tráfego nas rodovias, para reduzir o índice de acidentes, a garantia de carteira de projetos para investimentos no setor com previsão de integração a outros modais (ferrovias e hidrovias) e concessão de rodovias com grande volume de tráfego também são objetivos desse setor do eixo Transportes.

    Existem 15 empreendimentos de Rodovias - Rio Grande do Norte

    Fonte: PAC 2

    Investimentos do PAC 2 em Portos - Rio Grande do Norte

    Investimento em 71 empreendimentos em 23 portos brasileiros para ampliar, recuperar e modernizar as estruturas visando uma redução nos custos logísticos, a melhora da eficiência operacional, aumento da competitividade das exportações e incentivo ao investimento privado. Há obras de dragagem de aprofundamento de infraestrutura portuária, de inteligëncia logística e de terminais de passageiros (para a Copa 2014).

    São 8 empreendimentos de portos no Rio Grande do Norte.


    Investimentos do PAC 2 em Aeroportos - Rio Grande do Norte

    Aeroportos - Rio Grande do Norte

    Expansão da capacidade aeroportuária no Brasil, por meio da ampliação ou construção de novos terminais de passageiros e cargas, reforma e construção de pistas, pátios para aeronaves e torres de controle e modernização tecnológica de sistemas operacionais - transporte de bagagens e pontes de embarque, entre outros. Com isso é possível garantir atendimento à crescente demanda, que se acentuará no período da Copa do Mundo de 2014.

    Aeroporto São Gonçalo do Amarante - Concessão do Aeroporto

    Aeroporto São Gonçalo do Amarante – Implantação dos Sistemas de Pistas e Pátio, Infraestrutura de Pista de Pouso e Auxílios de Voo (1ª Etapa)

    Aeroporto São Gonçalo do Amarante – Implantação dos Sistemas de Pistas e Pátio, Infraestrutura de Pista de Pouso e Auxílios de Voo (2ª Etapa)

    Fonte: PAC 2

    Ampliação do SAA na Zona Norte - captação e adutora do Rio Doce

    Melhorar e expandir o abastecimento de água da população das áreas urbanas com adutoras, estações de tratamento, reservatórios, regularização da distribuição, aumento da produção e cobertura.


    Fonte: PAC 2

    Ampliação do SAA na sede municipal - Adutora Jiqui

    Melhorar e expandir o abastecimento de água da população das áreas urbanas com adutoras, estações de tratamento, reservatórios, regularização da distribuição, aumento da produção e cobertura.


    Fonte: PAC 2

    Investimento: Água em Áreas Urbanas no Rio Grande do Norte

    Melhorar e expandir o abastecimento de água da população das áreas urbanas com adutoras, estações de tratamento, reservatórios, regularização da distribuição, aumento da produção e cobertura.

    Ampliação do SAA na sede municipal - adutora de água tratada Santa Cruz - Mossoró


    Fonte: PAC 2

    Investimento: Água em Áreas Urbanas no Rio Grande do Norte

    Melhorar e expandir o abastecimento de água da população das áreas urbanas com adutoras, estações de tratamento, reservatórios, regularização da distribuição, aumento da produção e cobertura.

    Ampliação do SAA - adutora interligando Extremoz a Zona Norte de Natal.


    Fonte: PAC 2

    PAC 2 Investimentos em recursos hídricos - Barragem Oiticica

    Abastecimento de água, irrigação (implantação, recuperação e transferência), estudos e projetos, e revitalização (esgotamento sanitário e controle de processos erosivos) para ampliar a infraestrutura de abastecimento de água, garantindo o acesso à água e o desenvolvimento sustentável no Nordeste Setentrional e demais regiões onde a escassez da água limita a qualidade de vida e a atividade econômica. Também prevê o desenvolvimento da agricultura irrigada, incorporando novas áreas de produção, revitalizar bacias, recuperar as margens e promover o desassoreamento dos rios (melhorando os indicadores de saúde).

    Fonte: PAC 2

    segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

    RN: Alto Oeste teve 7 mil documentos emitidos em dezembro

    Um dos municípios que receberam o Mutirão de Documentação este mês foi Doutor Severiano, no Rio Grande do Norte, a 416 quilômetros de Natal. Nesta etapa, o PNDTR passou por dez municípios da região do Alto Oeste no Rio Grande do Norte, tendo percorrido nove municípios e atendido quase 4 mil pessoas com a emissão de mais de 7 mil documentos.

    Nesta região, a parceria do MDA/ Incra com a Associação dos Notários e Registradores do Brasil (ANOREG), garantiu à cearense Maria de Lourdes da Silva Cunha, 51 anos, a possibilidade de tirar a segunda via de sua certidão de casamento. A agricultora soube pela rádio local do município sobre a realização de um mutirão para retirada de documentos gratuitamente.

    Como não tinham condições de pagar a taxa no cartório, ela e o companheiro foram ao mutirão encaminhar a aposentadoria do agricultor. Beneficiário do Bolsa Família, o casal sobrevive também do cultivo de milho e feijão. Eles participaram da palestra proferida pelos agentes do MDA durante o mutirão, obtendo informações e esclarecimentos sobre os programas de apoio e linhas de crédito para mulheres, além de direitos civis e políticas públicas para agricultura familiar.

    Fonte: MDA

    quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

    Presidenta anuncia obras de saneamento em 1.116 municípios brasileiros

    A presidenta Dilma Rousseff e o ministro Mário Negromonte participaram nesta quarta-feira (21), em Brasília (DF), da cerimônia de contratação das obras de saneamento do PAC 2 em municípios de até 50 mil habitantes. Esses empreendimentos serão executados com R$ 2,6 bilhões do Orçamento Geral da União (OGU), não onerosos para os municípios; e R$ 1,1 bilhão de Financiamento Público Federal, totalizando R$ 3,7 bilhões em investimentos.

    Mário Negromonte assinou contratos com governadores, presidentes e diretores de estatais de saneamento, dos estados da Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
    Com esses recursos serão realizadas 1.144 obras de abastecimento de água e esgotamento sanitário que beneficiarão 1.116 municípios em todas as regiões do País.

    No período entre 2011 e 2014, o PAC 2 investirá R$ 35,1 bilhões para a execução de obras de saneamento básico no país, retomando investimentos em um setor essencial para a saúde e qualidade de vida da população. Todas as regiões do Brasil serão beneficiadas, de acordo com o déficit de saneamento dos municípios.

    Para as cidades com população inferior a 50 mil habitantes, estão previstos investimentos de R$ 5 bilhões, sendo R$ 4 bilhões do Orçamento Geral da União (OGU), sob gestão da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), e R$ 1 bilhão de Financiamento Público Federal com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT/BNDES), sob gestão do Ministério das Cidades.

    Fonte: Ministério das Cidades

    quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

    Larissa é eleita Parlamentar do Ano/2011


    A deputada estadual Larissa Rosado (PSB) foi eleita Parlamentar do Ano 2011 pelo Comitê de Imprensa da Assembleia Legislativa, dia 23 de novembro, com 20 votos. O segundo lugar, deputado Walter Alves (PMDB), obteve 9 votos e o terceiro, deputado Agnelo Alves (PDT), 2 votos.
    A eleição é anual e feita por jornalistas que cobrem regularmente a Casa, membros do Comitê de Imprensa. A votação foi das 8h30 às 11h30, na sede do comitê, e apurada pela Comissão Eleitoral, formada pelos jornalistas Oliveira Wanderley, Ivo Freire e Taís Marques.

    A apuração foi coordenada pelo jornalista Aldemar de Almeida. Votaram 31 dos 37 jornalistas  inscritos no comitê. Todos os 24 deputados estaduais poderiam ser votados. Larissa Rosado obteve 64,5% dos votos; Walter Alves, 29% e Agnelo Alves, 6,4%.

    Essa é a segunda vez que Larissa é eleita Parlamentar do Ano. A primeira foi em 2003, no primeiro ano de Assembleia. A escolha, na época, a projetou como revelação parlamentar, e a eleição deste ano, no terceiro mandato, confirma o prenúncio e consolida trabalho.

    Agradecimento

    A deputada diz ser uma honra receber de novo título, e agradece a todos os jornalistas do Comitê de Imprensa. "Esse reconhecimento do trabalho serve, principalmente, de incentivo para continuar atuando por um Rio Grande do Norte melhor", assevera.

    Larissa lembra que seu nome surgiu naturalmente e também credita a eleição aos colegas deputados, os quais sempre apoiam sua ação parlamentar. "Todos os deputados estaduais do Rio Grande do Norte são companheiros absolutamente valorosos", reconhece.


    Fonte: Site Deputada Larissa Rosado