“SOU MUITO ECLÉTICO”
Alvo de críticas negativas da população, a política é a vida de Mineiro. É o seu dia-a-dia. “É bom fazer o exercício da política com alegria, com energia, com fé. Política para mim não é um fardo. É uma escolha”, reforça que a atividade prática é muito marcada de forma negativa pela população.
Mas a política, define, é o que move a sociedade. “É difícil, às vezes endurece as pessoas mas é onde me sinto bem”. Tanto que foi vereador por três mandatos e meio, e exerce atualmente o terceiro mandato como deputado estadual.
No dia-a-dia Mineiro confessa que é um bicho caseiro. Que adora dormir, mas dorme pouco, e ouve o que lhe faz bem, apesar de ter predileção por música instrumental, “tá sempre comigo no carro”. Mesmo assim, diz não ter preconceito musical. Escuta de Pena Branca e Xavantinho a Miles Davis e Stanley Jordan. Do forró ao sertanejo. Ler e escutar música são hábitos que o aliviam a percorrer os desafios da vida e também serve para humanizar a política. E sugere ao repórter que ouça a cantora cubana Danay Suarez Fernandez da nova cena rapper da ilha de Fidel.
Depois da convenção do PT, domingo passado, foi ela que ele ouviu em casa. Também tem curtido Calle 13, uma dupla de reggaeton, rap alternativo e pop latino portorriquenha. Mineiro gosta de uma boa salada musical que une Chico Burque ao rapper Emicida.
Casado há mais de vinte anos com a cirurgiã dentista Lavínia Araújo, servidora do Estado, e pai de Gabriel, 16, Mineiro faz questão de separar o privado do público. Para ele, a política já expõe demais a vida dos políticos. “Tenho o cuidado de não misturar”.
Mesmo assim faz algumas revelações: “Gosto de cozinhar comida caseira”. Nesses momentos raros, ele comenta que costuma juntar os amigos. E cada um inventa pratos para a degustação de todos. Com a campanha, a jornada política é mais intensa mas nada tão diferente assim da vida cotidiana, avisa o deputado. Neste período, a raras saídas a bares ficam mais raras ainda. Mas adverte que quando sai um assunto proibido na mesa é política.
Fonte: Perfil/Novo Jornal
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