A inauguração do entreposto de mel e cera de abelha da Associação de Produtores do Projeto de Assentamento Laje do Meio, em 2009, mudou a vida das 23 famílias que moram no local. No assentamento, que fica a 25 quilômetros do município de Apodi, região oeste do Rio Grande do Norte, homens e mulheres atuam juntos rumo ao desenvolvimento. Enquanto eles trabalham na extração do mel, são elas as responsáveis pelo beneficiamento, embalando em potes e sachês para a comercialização.
Para chegar a esse nível de organização, muitas mãos amigas abraçaram a ideia. Foi por meio do Projeto Dom Helder Câmara, da Secretaria de Desenvolvimento Territorial (SDT), do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), que ocorreu a transformação dos antigos meleiros – que tiravam o mel sem qualquer proteção –, em apicultores. Antes da construção do entreposto, os assentados acessaram o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), na modalidade A, juntaram cerca de R$ 430, cada família, e deram início ao trabalho como associados.
O Projeto de Assentamento Laje do Meio foi instalado em 1998, após a propriedade ser comprada pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), uma autarquia ligada ao MDA. Um ano antes, os apicultores já haviam formado a associação e davam os primeiros passos para o beneficiamento do mel, culminando com a inauguração do entreposto que beneficia todos os moradores assentados.
O envolvimento das famílias com a apicultura pode ser ilustrado com a história de dona Antônia de Lima, 38 anos. Ela, o marido e dois dos três filhos são apicultores e conseguiram melhorar a qualidade de vida desde que passaram a beneficiar o mel. Ela conta que chega a receber mais de R$ 800 mensais quando o clima ajuda e a produção é boa. “Antes, não tinha renda nenhuma. Hoje, com esse dinheiro, conseguimos comprar televisão, geladeira, ventilador, liquidificador e guarda-roupa”, lembra.
Hoje, o mel produzido pela associação possui o Sistema de Informações Gerenciais do Serviço de Inspeção Federal (SIF), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que atesta a qualidade dos produtos de origem animal, sob o aspecto sanitário e tecnológico, oferecidos ao mercado consumidor. As análises microbiológicas e físico-químicas são realizadas pela Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa).
Para chegar a esse nível de organização, muitas mãos amigas abraçaram a ideia. Foi por meio do Projeto Dom Helder Câmara, da Secretaria de Desenvolvimento Territorial (SDT), do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), que ocorreu a transformação dos antigos meleiros – que tiravam o mel sem qualquer proteção –, em apicultores. Antes da construção do entreposto, os assentados acessaram o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), na modalidade A, juntaram cerca de R$ 430, cada família, e deram início ao trabalho como associados.
O Projeto de Assentamento Laje do Meio foi instalado em 1998, após a propriedade ser comprada pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), uma autarquia ligada ao MDA. Um ano antes, os apicultores já haviam formado a associação e davam os primeiros passos para o beneficiamento do mel, culminando com a inauguração do entreposto que beneficia todos os moradores assentados.
O envolvimento das famílias com a apicultura pode ser ilustrado com a história de dona Antônia de Lima, 38 anos. Ela, o marido e dois dos três filhos são apicultores e conseguiram melhorar a qualidade de vida desde que passaram a beneficiar o mel. Ela conta que chega a receber mais de R$ 800 mensais quando o clima ajuda e a produção é boa. “Antes, não tinha renda nenhuma. Hoje, com esse dinheiro, conseguimos comprar televisão, geladeira, ventilador, liquidificador e guarda-roupa”, lembra.
Hoje, o mel produzido pela associação possui o Sistema de Informações Gerenciais do Serviço de Inspeção Federal (SIF), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que atesta a qualidade dos produtos de origem animal, sob o aspecto sanitário e tecnológico, oferecidos ao mercado consumidor. As análises microbiológicas e físico-químicas são realizadas pela Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa).
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